June encontrou-o por acaso, um mero acaso!
Estava saindo do colégio e deparou com 3 garotos mais velhos, Charles, Márcio e Rodrigo(de São Paulo), eram 3 anos mais velhos que June. Hora de experimentar novas coisas.
O mais bonito era Charles, dono de um nariz invejável e um sorriso impecável, então ela ja sabia em quem investir. June levava vantagem sobre outras garotas porque ela sabia como se comportar, mesmo interessada no garoto.
Todo dia após a aula, os garotos ficavam esperando June e suas amigas na porta do colégio. Nessa época, June foi ameaçada por uma desconhecida(Kamila) que estava apaixonada por Charles, este jurou que a defenderia e assim o fez. Mas June estava desprotegida dentro do colégio e numa bela tarde de intervalo Kamila foi conversar com June. Kamila, aos berros, jurou que iria bater em June até que ela terminasse com Charles, June simplesmente disse: "agora sei pq o Charles nunca teria nada com você" e deu as costas. Kamila nunca mais teve coragem de atravessar o caminho de June.
Os dias foram passando, Charles foi se apaixonando e veio pedido de namoro.
Com os olhos brilhando ele pediu, ela recusou, deu o último beijo e o mandou não voltar na porta do colégio.
Por que ela fez isso?
June odiava a rotina e brigas, ainda mais por causa de outras pessoas.
Duas semanas depois, ele apareceu na porta do colégio, ela foi cumprimentá-lo. Charles implorou, June negou. Mais uma vez June machucara alguém, mais um coração em sua estante e sua sede aumentando cada vez mais.
Dois anos depois, June evistara Charles em uma festa, ela reparou apenas em seu sorriso tímido, pedindo atenção, pedindo carinho e proteção. June negou e nunca mais se viram, para a alegria dela.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Sexto ratinho: Hébert
June precisa de muito mais do que Dérick oferecera naqueles meses. O tempo passou e June ainda sentia sede, ainda sentia falta de mais um troféu em sua estante, estava se tornando insaciável.
Reparou que no outro lado da sala existia Hébert, era o típico playboy quieto e santo que ninguém dava moral, vendo essa oportunidade, June se aproximou. Então ela o iludiu.
Fez com que ele se apaixonasse por ela, ao ponto dele se passar por ridículo, mas ela não estava nem aí, sua sede por dor era maior. Isso tudo era o que a movia, era seu combustível, a dor da rejeição a fazia ter forças, a fazia mais viva. Isso tudo aos 13 anos.
June não precisou nem beijá-lo, pois resolveu se dar esse desafio. Foi fácil, ela conseguiu, apenas com suas palavras.
Olhou em seus olhos e vestiu todos seus desejos, suas fantasias de mulher perfeita. June não era June, se transformou na 'mulher dos sonhos' aos olhos de Hébert e ficou assim pra sempre, pelo menos para ele.
Cessada o alimento desse ratinho, June tomou seu coração e prendeu na estante. Depois de jogá-lo às traças, June nunca mais o viu.
Hébert hoje tem 20 anos, solteiro, trabalha pra sustentar seus dois filhos. Dizem por aí que ele nunca mais conseguiu abriu seu coração, que só existiu uma unica mulher em sua vida, June.
Reparou que no outro lado da sala existia Hébert, era o típico playboy quieto e santo que ninguém dava moral, vendo essa oportunidade, June se aproximou. Então ela o iludiu.
Fez com que ele se apaixonasse por ela, ao ponto dele se passar por ridículo, mas ela não estava nem aí, sua sede por dor era maior. Isso tudo era o que a movia, era seu combustível, a dor da rejeição a fazia ter forças, a fazia mais viva. Isso tudo aos 13 anos.
June não precisou nem beijá-lo, pois resolveu se dar esse desafio. Foi fácil, ela conseguiu, apenas com suas palavras.
Olhou em seus olhos e vestiu todos seus desejos, suas fantasias de mulher perfeita. June não era June, se transformou na 'mulher dos sonhos' aos olhos de Hébert e ficou assim pra sempre, pelo menos para ele.
Cessada o alimento desse ratinho, June tomou seu coração e prendeu na estante. Depois de jogá-lo às traças, June nunca mais o viu.
Hébert hoje tem 20 anos, solteiro, trabalha pra sustentar seus dois filhos. Dizem por aí que ele nunca mais conseguiu abriu seu coração, que só existiu uma unica mulher em sua vida, June.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Quinto ratinho: Dérick
Mudança de colégio, bate aquela insegurança, June é apenas mais uma.Levava uma vida tranquila, focada nos estudos, não conversava com quase ninguém. Era na dela!
Assim que entrou na sala, percebeu quem pertencia a qual tribo, e por azar o único menino que a interessou era o típico bonitão popular e brincalhão, Dérick. Lembrando de como tinha sido o ano anterior, resolveu tentar não se envolver em mais confusões, mas lá no fundo sabia que seria impossível!
O tempo foi passando e June foi ficando mais amiga das pessoas da sala e da escola, sua popularidade aumentando e as pessoas aproximando casa vez mais, inclusive Dérick.
Ele foi um capítulo bem curto na vida de June, apenas uma prova pra ela mesma de que conseguiria o que quissesse. Nada especial pra ela, mas pra ele foi mágico.
Ele dizia que June era de outro mundo, que tinha olhos diferentes e que seu beijo roubava tudo de melhor em seu coração, mas que sempre devolvia o que roubou em cada carinho que fazia nele. June aprendera outra forma de iludir, e que dizem ser a pior, a de fingir carinhos, de gestos.
Ela cansou, ele não. Mas quem disse que isso queria dizer algo pra June?
Assim que entrou na sala, percebeu quem pertencia a qual tribo, e por azar o único menino que a interessou era o típico bonitão popular e brincalhão, Dérick. Lembrando de como tinha sido o ano anterior, resolveu tentar não se envolver em mais confusões, mas lá no fundo sabia que seria impossível!
O tempo foi passando e June foi ficando mais amiga das pessoas da sala e da escola, sua popularidade aumentando e as pessoas aproximando casa vez mais, inclusive Dérick.
Ele foi um capítulo bem curto na vida de June, apenas uma prova pra ela mesma de que conseguiria o que quissesse. Nada especial pra ela, mas pra ele foi mágico.
Ele dizia que June era de outro mundo, que tinha olhos diferentes e que seu beijo roubava tudo de melhor em seu coração, mas que sempre devolvia o que roubou em cada carinho que fazia nele. June aprendera outra forma de iludir, e que dizem ser a pior, a de fingir carinhos, de gestos.
Ela cansou, ele não. Mas quem disse que isso queria dizer algo pra June?
Uma transição de comportamento.
Um ano muito conturbado.
Na escola, June era a mais desejada, a mais popular e isso nada ajudou a conquistar Flávio(que ainda era sua paixão secreta). Ela ficava imaginando como era ter esse moreno dos olhos verdes ao seu lado, mas nada fazia pra isso acontecer, não era de seu feitio, ela não foi treinada pra isso.
Suas esperanças se perderam e então June se afundou ainda mais, se tornou suja, usada e isso não a incomodava. Ela queria apenas esquece-lo, por isso tão cedo se envolveu em putarias.
Aos 12 anos ja tinha um olhar de malícia, ja se aproveitava dos garotos e deixava os garotos fazerem o mesmo. Ja tinha recebidos convites indecentes, ja era inspiração de garotos, ja tinha recebidos pedidos de meninas também. Mas nunca os aceitou.
June aprendeu a fingir, a usar, iludir e se vingar. Aprendeu a se defender.
Não sabia o que era o amor e o que era amizade. Ela apenas se aventurou, apenas aprendeu a se arriscar, pulou de bungy jump e gostou.
Em sua estante jaziam 4 corações, 4 histórias, 4 prazeres, ainda aos 12 anos. E ela só queria um único coração para completá-la.
Então ela mudou de lugar, mudou de colégio e resolveu recomeçar, tentar voltar ao velho hábito de ser comum.
Na escola, June era a mais desejada, a mais popular e isso nada ajudou a conquistar Flávio(que ainda era sua paixão secreta). Ela ficava imaginando como era ter esse moreno dos olhos verdes ao seu lado, mas nada fazia pra isso acontecer, não era de seu feitio, ela não foi treinada pra isso.
Suas esperanças se perderam e então June se afundou ainda mais, se tornou suja, usada e isso não a incomodava. Ela queria apenas esquece-lo, por isso tão cedo se envolveu em putarias.
Aos 12 anos ja tinha um olhar de malícia, ja se aproveitava dos garotos e deixava os garotos fazerem o mesmo. Ja tinha recebidos convites indecentes, ja era inspiração de garotos, ja tinha recebidos pedidos de meninas também. Mas nunca os aceitou.
June aprendeu a fingir, a usar, iludir e se vingar. Aprendeu a se defender.
Não sabia o que era o amor e o que era amizade. Ela apenas se aventurou, apenas aprendeu a se arriscar, pulou de bungy jump e gostou.
Em sua estante jaziam 4 corações, 4 histórias, 4 prazeres, ainda aos 12 anos. E ela só queria um único coração para completá-la.
Então ela mudou de lugar, mudou de colégio e resolveu recomeçar, tentar voltar ao velho hábito de ser comum.
Terceiro e quarto ratinhos: Wallace e Guilherme
No ano seguinte, aos 12 anos, June parou de alimentar Fábio. Cansara daquele romantismo sem importância, daquele cavalheirismo. Ela estava sendo vista como uma nerd, uma santa, que ninguém podia fazer mal e isso a incomodava. Era como nos filmes americanos, existiam as tribos dos populares, dos nerds, dos que comem muito, dos idiotas, etc. June queria mais, queria se aventurar.
Resolveu entrar pra tribo das gostosas do colégio, não foi dificil, só precisou ser mais 'liberal'. Nos primeiros dias se envolveu com um garoto popular, Wallace, loiro dos olhos azuis e um corpo definido, mesmo aos 12 anos de idade.
Beijou-o e gostou. June, estava começando a se render aos encantos do garoto, até que descobriu que sua 'melhor amiga', Taísa (a típica gostosona burra do colégio), o havia beijado. Foi aí que June aprendeu a ser fria e vingativa, respirou e, aparentemente, não deu importância ao fato, mas jamais deixaria isso sem resposta.
Dias depois, Taísa começar a ficar com Guilherme, então June resolveu se vingar dando apenas uma porção da droga do 'amor falso', ele viciou e a beijou. Agora Taísa experimentara a dor de perder alguém. Então Taísa e Wallace imploraram por seu perdão e June aceitou.
A partir daí, June se aproximou mais de Taísa. E com essa aproximação, Taísa ensinou June a dar prazer. Aos 12 anos, June teve seu primeiro beijo quente e se transformou numa vadia, ela adorou.
Resolveu entrar pra tribo das gostosas do colégio, não foi dificil, só precisou ser mais 'liberal'. Nos primeiros dias se envolveu com um garoto popular, Wallace, loiro dos olhos azuis e um corpo definido, mesmo aos 12 anos de idade.
Beijou-o e gostou. June, estava começando a se render aos encantos do garoto, até que descobriu que sua 'melhor amiga', Taísa (a típica gostosona burra do colégio), o havia beijado. Foi aí que June aprendeu a ser fria e vingativa, respirou e, aparentemente, não deu importância ao fato, mas jamais deixaria isso sem resposta.
Dias depois, Taísa começar a ficar com Guilherme, então June resolveu se vingar dando apenas uma porção da droga do 'amor falso', ele viciou e a beijou. Agora Taísa experimentara a dor de perder alguém. Então Taísa e Wallace imploraram por seu perdão e June aceitou.
A partir daí, June se aproximou mais de Taísa. E com essa aproximação, Taísa ensinou June a dar prazer. Aos 12 anos, June teve seu primeiro beijo quente e se transformou numa vadia, ela adorou.
Segundo ratinho: Fábio
June cresceu um pouco, agora ela tem 11 anos.
Nessa época ela era focada nos estudos, era a primeira da classe e era, secretamente, apaixonada por um garoto, Flávio, ele era o típico bonitão do colégio, que todas as meninas eram completamente apaixonadas e faziam de tudo pra sentar perto dele. Entretanto, June era bem diferente das outras. Graças ao seu primeiro ratinho, June aprendeu a fingir e com isso Flávio jamais percebera a paixão que ela guardava trancada a sete chaves.
Em sua sala, existia um garoto chamado Fábio, um nerd metido a romântico, mas June jamais reparou que ele existia, era insignificante, porém era amigo de Flávio.
Numa bela tarde, June fica sabendo que Fábio estava gostando dela, porém ela não estava nem aí, nem deu importância, mas o iludiu, por prazer.
Então ela o beijou.
Isso intensificou ainda mais o amor de Fábio por June. Para ela era um prazer vê-lo rastejar aos seus pés!
1 ano de ilusão, 1 ano de promessas, 1 ano e apenas 4 beijos.
June significou tudo para Fábio, foi seu primeiro beijo, sua primeira emoção, sua primeira doce ilusão.
Fábio não foi nada para June. Não significou nada pra ela, não mudou nada.
Foi aí que June aprendeu que ter alguém pra curar outra dor era essencial, mas não resolvia tudo.
Sim, apenas um passatempo. Foi apenas para distrair e ter alguém pra elogia-la todos os momentos.
Não a culpe por sua atitude, June não tinha idéia do mal que fazia para seus ratinhos. A cada treinamento que passa, ela guarda um troféu na estante, o coração envenenado de seus ratinhos viciados.
Nessa época ela era focada nos estudos, era a primeira da classe e era, secretamente, apaixonada por um garoto, Flávio, ele era o típico bonitão do colégio, que todas as meninas eram completamente apaixonadas e faziam de tudo pra sentar perto dele. Entretanto, June era bem diferente das outras. Graças ao seu primeiro ratinho, June aprendeu a fingir e com isso Flávio jamais percebera a paixão que ela guardava trancada a sete chaves.
Em sua sala, existia um garoto chamado Fábio, um nerd metido a romântico, mas June jamais reparou que ele existia, era insignificante, porém era amigo de Flávio.
Numa bela tarde, June fica sabendo que Fábio estava gostando dela, porém ela não estava nem aí, nem deu importância, mas o iludiu, por prazer.
Então ela o beijou.
Isso intensificou ainda mais o amor de Fábio por June. Para ela era um prazer vê-lo rastejar aos seus pés!
1 ano de ilusão, 1 ano de promessas, 1 ano e apenas 4 beijos.
June significou tudo para Fábio, foi seu primeiro beijo, sua primeira emoção, sua primeira doce ilusão.
Fábio não foi nada para June. Não significou nada pra ela, não mudou nada.
Foi aí que June aprendeu que ter alguém pra curar outra dor era essencial, mas não resolvia tudo.
Sim, apenas um passatempo. Foi apenas para distrair e ter alguém pra elogia-la todos os momentos.
Não a culpe por sua atitude, June não tinha idéia do mal que fazia para seus ratinhos. A cada treinamento que passa, ela guarda um troféu na estante, o coração envenenado de seus ratinhos viciados.
Primeiro ratinho: Bruno
Dizem que amor de primo não acaba nunca, mas pra June nada disso tinha importância. Por um motivo: a idade.
Sua primeira aula de ilusão começou muito cedo, aos 7 anos. Sim, June não se divertia como uma criança normal, pra ela bonecas não satisfaziam suas fantasias. Nunca acreditou em príncipes encantados.
Aos 8 anos deu seu primeiro beijo, teve seu primeiro contato, sua primeira paixão. Foi tudo pra ela e foi tudo pra ele! Mesmo que inocente, foi especial.
Bruno, mesmo com pouca idade, era louco pela June, mas ela sabia que não podia, afinal de contas foi criada para não se envolver, foi criada sem carinhos, ensinada a não expressar seus sentimentos. Foi aí que ela se distanciou de seu próprio primo, queria arrancar aquele sentimento estranho de seu coraçãozinho ainda inexperiente, só sabia que não podia sentir aquilo. Afastou-se de Bruno por 10 anos! Se encontravam em reuniões familiares, nos olhos deles era amor, nos olhos dela era passado, não conversavam. Não relembravam sua infância, June esqueceu, ele não.
Depois de 10 anos sem olhar nos olhos de seu ratinho, June o viu deitado e pela primeira vez seu coração apertou, sua boca tremeu e ela entristeceu. É, Bruno estava deitado, em seu caixão.
Bruno, seu primeiro amor, seu primeiro beijo, seu primeiro 'frio na barriga', agora viu o ponto final. Amor de primo não acaba, morre.
Sua primeira aula de ilusão começou muito cedo, aos 7 anos. Sim, June não se divertia como uma criança normal, pra ela bonecas não satisfaziam suas fantasias. Nunca acreditou em príncipes encantados.
Aos 8 anos deu seu primeiro beijo, teve seu primeiro contato, sua primeira paixão. Foi tudo pra ela e foi tudo pra ele! Mesmo que inocente, foi especial.
Bruno, mesmo com pouca idade, era louco pela June, mas ela sabia que não podia, afinal de contas foi criada para não se envolver, foi criada sem carinhos, ensinada a não expressar seus sentimentos. Foi aí que ela se distanciou de seu próprio primo, queria arrancar aquele sentimento estranho de seu coraçãozinho ainda inexperiente, só sabia que não podia sentir aquilo. Afastou-se de Bruno por 10 anos! Se encontravam em reuniões familiares, nos olhos deles era amor, nos olhos dela era passado, não conversavam. Não relembravam sua infância, June esqueceu, ele não.
Depois de 10 anos sem olhar nos olhos de seu ratinho, June o viu deitado e pela primeira vez seu coração apertou, sua boca tremeu e ela entristeceu. É, Bruno estava deitado, em seu caixão.
Bruno, seu primeiro amor, seu primeiro beijo, seu primeiro 'frio na barriga', agora viu o ponto final. Amor de primo não acaba, morre.
June e seu manual nada casual.
Desde de pequena June foi ensinada a nunca sorrir verdadeiramente, não sentir, não chorar, não ser ela frente a sociedade.
Ela foi ensinada a ser fria, a iludir, a persuadir. Sim, ela sempre foi boa nisso! Ninguém se comparava a ela. Garota bonita, dona dos olhares enigmáticos, das palavras frias, do coração vazio.
Ela hipnotizava qualquer um que se aproximasse, cada amor era apenas um teste pra ela, eram como ratos a serem domesticados. Quando a obedeciam, ela simplesmente os soltavam, só para ter o prazer de vê-los voltando correndo. O alimento que ela distribuía era uma droga, chamada 'falso amor', causava uma ilusão, a de que June seria apenas do ratinho já viciado, mas isso não acontecia.
June os alimentava diariamente, o vício era mortal, e quando ela cansava de alimenta-los, os pobres ratinhos padeciam em suas lágrimas, a abstinência corroía cada coraçãozinho e os parava.
Conhecer sua personalidade é como se arriscar a pular de bungy jump num penhasco, parece perigoso(e é), mas se criar coragem e pular vai adorar a sensação, vai querer pular de novo e de novo. Mas verá que não é um bicho-de-sete-cabeças. É sempre mais bonito depois que se arrisca.
Aos que resolveram arriscar, terão suas histórias contadas aqui, aos olhos de June. Cada ratinho deixou sua marca nela, sendo significantes ou não. In my place, i'm the queen.
Ela foi ensinada a ser fria, a iludir, a persuadir. Sim, ela sempre foi boa nisso! Ninguém se comparava a ela. Garota bonita, dona dos olhares enigmáticos, das palavras frias, do coração vazio.
Ela hipnotizava qualquer um que se aproximasse, cada amor era apenas um teste pra ela, eram como ratos a serem domesticados. Quando a obedeciam, ela simplesmente os soltavam, só para ter o prazer de vê-los voltando correndo. O alimento que ela distribuía era uma droga, chamada 'falso amor', causava uma ilusão, a de que June seria apenas do ratinho já viciado, mas isso não acontecia.
June os alimentava diariamente, o vício era mortal, e quando ela cansava de alimenta-los, os pobres ratinhos padeciam em suas lágrimas, a abstinência corroía cada coraçãozinho e os parava.
Conhecer sua personalidade é como se arriscar a pular de bungy jump num penhasco, parece perigoso(e é), mas se criar coragem e pular vai adorar a sensação, vai querer pular de novo e de novo. Mas verá que não é um bicho-de-sete-cabeças. É sempre mais bonito depois que se arrisca.
Aos que resolveram arriscar, terão suas histórias contadas aqui, aos olhos de June. Cada ratinho deixou sua marca nela, sendo significantes ou não. In my place, i'm the queen.
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